Segunda-feira, 01.03.10

Sobre este blog

A ideia de construir esta página nasceu da necessidade de compreender a complexidade de Fernando Pessoa, e o seu desdobramento pelos heterónimos que, naturalmente eram ele, uno na diversidade do seu raciocínio plural. Pretende-se também sublinhar a mensagem que deixou implícita em toda a sua obra e explícita nos Poemas Infante e Nevoeiro

 

Para o conseguir no exíguo tempo a esta tarefa destinado, decidimos reunir algumas obras significativas, e em torno de algumas tecer uma análise ou (re)interpretação, muito embora os dois conceitos se diluam e às vezes até se intersectem.

 

O grupo de trabalho é composto por alunos da Escola António Arroio, e denomina-se

Grupo do Pastel de Nata

e sobre o qual se falará oportunamente.

 

Compõem este grupo:

Andreia Marques, 12º R6

Cláudia Moutinho, 12º R6

Maria Helena Cruz, 12º R6

Maria Graça Gomes, 12º R6

Rui Ferreira, 12º R6

Rui Monteiro, 12º R6

Teresa Alves, 12º R8

 

A imagem utilizada no layout é um quadro de Almada Negreiros e retrata Fernando Pessoa.

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publicado por Grupo do Pastel de Nata às 13:18 | link | ver comentários (4)
Quinta-feira, 18.02.10

Poesia analisada

Interpretações, análises, observações...

 

Afinal a melhor maneira de viajar é sentir (interpretação)

Chuva Oblíqua (análise)

Falta cumprir-se Portugal (observação)

Gato que brincas na rua (interpretação)

Mar Português (interpretação)

Não: não digas nada! (interpretação)

Nevoeiro (interpretação)

O Mostrengo (análise)


publicado por Grupo do Pastel de Nata às 13:28 | link

Outros autores, a mesma vontade

Alguns poetas e artistas mais interventivos têm vindo a alertar o povo português para a necessidade de compreender a mensagem contida nos poemas:

O Infante (2ª parte - Mar Português)

Nevoeiro (3ª parte - O Encoberto, III - Os Tempos)

 

De entre esses autores, destacamos:

 

José Gil (nascido em 1939), considerado pela revista francesa Nouvell Observateur, um dos 25 pensadores sistemáticos mais importantes do mundo.

Portugal Hoje, o medo de existir

 

 

Eduardo Prado Coelho (1944-2007), que antes de falecer, teve a lucidez de nos deixar
 esta reflexão, sobre nós todos, e que merece que façamos uma leitura atenta:

 

Precisa-se de matéria-prima para construir um País


 

Post scriptum MUITO IMPORTANTE: O texto cujo link deixamos a acima continua a suportar o contexto da mensagem que se pretende aqui transmitir. Mas não é da Autoria de Eduardo Prado Coelho, como o recentemente divulgado texto sobre a geração à rasca não é da autoria de Mia Couto. Tratam-se de mitos criados pela facilidade com que se divulga informação que se apresenta pertinente, mas cuja veracidade não foi sequer questionada.

 

Em relação ao texto de Mia Couto, tive a mesma irresponabilidade que aqui refiro: Recebi-o, ocorreu-me vagamente durante a leitura o pensamento de achar que nem parecia Mia Couto, que este o teria escrito de forma mais cuidada, diferente, sei lá, Mas logo o erro, o pensamento "Mas quem sou eu para fazer este tipo de análise" e vai de publicar num blog. A publicação, que mantém a imagem de Mia Couto, tem já a correcta identificação da autoria do texto e a explicação do engano no fim, é esta: "Geração à Rasca"

 

Sobre este texto que foi obtido por um de nós durante a pesquisa efectuada para o trabalho que esta página encerra, fiquei a saber ser falsa a sua autoriam, não no desenrolar do trabalho em que a professsora de Português do 12º ano não estranhou, não confirmou e não ensinou, mas nos comentários de um post onde o referi. Foi no Blog da Jonas.

 

Fica assim a verdade reposta e salvaguardadas as pesquisas de outros que se cruzem com esta página.

 

Teresa Alves | 03-04-2011

publicado por Grupo do Pastel de Nata às 13:25 | link

2010 © Teresa Alves

Fernando Pessoa

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